de pé, close, conta de luz na mão
Você provavelmente já ouviu que energia solar deixou de valer a pena.
Veio a tal "taxa do sol".
E aqui no Rio Grande do Norte, no fim de 2025, muita gente viu a conta disparar mesmo tendo placa.
Então deixa eu te mostrar uma coisa que quase ninguém explica direito.
O que realmente compõe a sua conta de luz. O que muda quando você gera a sua própria energia. E no fim, com a conta na mão, se ainda compensa ou não.
Sem torcer o número pra nenhum lado.
Primeiro, o que você paga hoje, antes de ter solar.
A sua conta de luz não é uma coisa só. São vários pedaços somados.
Tem a energia que você consome de fato. Tem a tarifa de uso da rede, que é o custo de levar essa energia até a sua casa. E tem os impostos.
Aqui no RN, o ICMS sobre energia subiu pra 20% em março de 2025.
Tem PIS e Cofins, que são federais. E tem a iluminação pública, aquela cobrança da prefeitura.
Só de imposto e encargo, é perto de um terço da sua conta.
Você paga a energia, paga a rede, e paga o governo em cima de tudo isso.
Agora, o que muda quando você instala solar.
Aqui eu preciso ser honesta com você. A sua conta cai bastante. Mas ela não zera.
Quem te promete conta zerada já está te enganando na largada.
Sempre fica um valor mínimo. Toda casa ligada na rede paga uma quantidade mínima de energia, mesmo gerando a sua.
Se a ligação é simples, são uns 30 quilowatts por mês. Se é a mais robusta, chega a 100.
Continua a iluminação pública. Continua um pedaço do imposto sobre esse mínimo. E continua o fio B sobre a energia que você troca com a rede.
Então uma conta de quatrocentos, quinhentos reais vira uma conta de oitenta, cem reais.
Cai muito. Mas não some.
E tem uma coisa importante. Esse valor que sobra muda de lugar pra lugar.
Depende do tipo de ligação da sua casa. Depende do imposto do seu estado. Aqui no RN é 20%, tem estado que cobra menos.
Depende da iluminação pública do seu município. E depende da sua distribuidora.
Por isso desconfia de quem faz a conta da sua casa com o número da casa do vizinho, ou de um vídeo da internet.
A sua conta é a sua conta.
Agora vamos falar do que assustou muita gente aqui no RN.
No fim de 2025, a Cosern mudou a forma de faturar quem tem energia solar. Mudou o sistema sem avisar direito.
E muita gente que tinha placa viu a conta de novembro disparar. Apareceu cobrança de distribuição e de ICMS de uma vez só.
O Ministério Público entrou pra investigar. A Defensoria também.
Teve cliente que ganhou na Justiça, com a empresa condenada a devolver o que cobrou errado.
E foi aí que a frase "solar não vale a pena" se espalhou de vez.
Mas presta atenção no que aconteceu de verdade. O problema foi a forma como a distribuidora cobrou. Não foi a energia solar parar de funcionar.
Quem entende a conta não se perde nessa confusão.
tabela na tela conforme a fala: 5 / 15 / 25 anos
Então vamos pra pergunta que importa. Com tudo isso, ainda vale a pena?
Vou fazer a conta na tua frente. Com um exemplo. Imagina uma conta de quinhentos reais por mês, hoje.
A energia no Brasil subiu bem acima da inflação nas últimas duas décadas. Vou repetir esse mesmo ritmo daqui pra frente. Nada inventado.
Sem solar, pagando essa conta e os reajustes: em 5 anos você gasta por volta de 35 mil reais.
Em 15 anos, perto de 160 mil. Em 25 anos, mais de 400 mil reais. Só de conta de luz.
Agora com solar. O sistema custa uma vez. Digamos, em torno de 22 mil reais.
Some o mínimo que continua vindo todo mês e uma troca de equipamento no meio do caminho. Em 25 anos, você gasta perto de 115 mil reais no total.
A diferença passa de 300 mil reais no seu bolso.
E o sistema se paga, em média, em torno de quatro a cinco anos. Daí pra frente é economia.
E tem uma parte que não cabe na tabela.
Quando a sua energia é sua, você para de depender do reajuste todo ano. A conta deixa de ser uma surpresa no fim do mês.
Você liga o ar-condicionado sem fazer aquela conta de cabeça. E o imóvel passa a valer mais na hora de vender.
É menos um boleto que tira o seu sono.
olhar pra câmera
Resumindo de verdade. A taxa existe. O mínimo continua. A conta não zera.
Mesmo assim, pela conta dos 25 anos, aqui no RN, com o sol que a gente tem, ainda compensa muito.
O que muda tudo é fazer a conta certa. A sua conta. Com quem vai estar aqui pra te explicar quando a distribuidora aprontar.
Se quiser ver como fica esse cálculo pra sua casa, o link tá aqui embaixo.
E se inscreve, que toda semana eu explico um pedaço desse mercado, sem enrolação.
"A conta não zera. Mesmo assim, em 25 anos, a diferença passa de 300 mil reais."
close, tom honesto
Tem gente que coloca energia solar e se arrepende. Isso é verdade.
Mas quando você vai pesquisar, parece que a culpa é da energia solar. Quase nunca é.
Eu vou te mostrar por dentro o que realmente dá errado. O que quebra, o que não quebra, e onde está a pegadinha que não te contam na venda.
Presta atenção, porque isso aqui vale alguns milhares de reais pra você.
Primeiro, vamos separar o que dura do que não dura.
A placa solar é a parte mais durável do sistema. Ela é feita pra durar 25, 30 anos.
Perde só um pouquinho de eficiência por ano, meio por cento mais ou menos. No fim de 25 anos, ainda gera uns 80% do que gerava nova.
Agora vem a parte que quase ninguém fala. O inversor, que é o cérebro do sistema, não dura tudo isso. Ele dura, em média, de 10 a 15 anos.
Ou seja: na vida do seu sistema, você vai trocar o inversor pelo menos uma vez. Isso é normal. Faz parte. Já entra no planejamento.
O problema é quando ninguém te avisa, e a troca vira uma surpresa lá na frente.
Agora os erros que causam arrependimento. São quatro.
Erro número um: dimensionamento. A pessoa instala esperando a conta despencar, e ela cai menos do que prometeram.
Quase sempre é porque a empresa calculou o sistema pelo consumo do ano passado.
Só que a casa muda. Chega ar-condicionado, chuveiro elétrico, às vezes um carro elétrico, mais gente morando.
E tem aquele mínimo que toda casa paga, mesmo gerando a própria energia. Se a empresa não coloca tudo isso na conta, o sistema nasce pequeno demais.
Não é defeito da placa. É conta mal feita na hora da venda.
Erro número dois: instalação mal feita.
E aqui tem um detalhe que muita gente não sabe. A garantia do fabricante cobre defeito de fábrica da placa e do inversor. Ela não cobre erro de instalação.
Um conector mal feito, uma fixação ruim no telhado, um cabo mal passado. Isso não é problema do equipamento. É de quem instalou.
E é exatamente aí que o orçamento muito barato cobra o preço depois. Mão de obra apressada, sem capricho, que dá problema dois anos na frente.
Erro número três, o mais sério. A empresa some.
Repara: o seu sistema tem duas garantias. A do fabricante, que é do equipamento. E a do instalador, que é do serviço.
Quando dá um problema, mesmo que seja de fábrica, quem aciona a garantia é o instalador. É ele que abre o chamado, troca a peça, sobe no telhado.
Se a empresa que te vendeu fechou, você fica com uma garantia no papel e ninguém pra executar.
Por isso eu insisto: a empresa importa mais do que a placa. A placa boa, sem ninguém pra dar suporte, não te salva.
Erro número quatro: ninguém acompanha o sistema.
Energia solar é silenciosa. Quando ela para de gerar direito, você não escuta nada.
Aí o sistema fica meses gerando menos, ou parado, e você só descobre quando a conta de luz volta a subir.
Empresa séria monitora a sua geração e te avisa antes de você sentir no bolso. Quem vende e some não tem nem como saber que o seu sistema caiu.
Olha os quatro de novo. Dimensionamento. Instalação. Empresa que some. Falta de acompanhamento.
Nenhum deles é a energia solar falhando. Todos são sobre quem fez, e quem ficou depois.
Então como se proteger? Exige a conta de dimensionamento, com o seu consumo futuro incluído.
Pergunta quem instala, e se é equipe própria ou terceirizada. Pergunta quem te atende daqui a cinco anos, e se eles monitoram a sua geração.
Empresa boa responde tudo isso na hora. Quem só quer vender muda de assunto.
olhar pra câmera
Energia solar funciona. E funciona muito bem, ainda mais aqui no RN.
O que faz alguém se arrepender não é o sol. É a decisão de quem contratar.
Nos próximos vídeos eu te mostro como escolher sem cair em nenhum desses quatro. Se inscreve pra não perder.
"Energia solar funciona. O que falha é a decisão de quem contratar."
O Rio Grande do Norte tem um dos melhores sóis do mundo pra gerar energia.
E mesmo assim, a maioria dos telhados aqui está desperdiçando isso todo dia.
Deixa eu te mostrar por que o nosso estado talvez seja o melhor lugar do Brasil pra ter energia solar. Com números. Não é bairrismo.
Existe uma medida pra isso. Chama hora de sol pleno. É basicamente quanta energia o sol entrega por dia em cada lugar.
Aqui no RN, essa média passa de cinco e meio por dia. No interior do Nordeste chega perto de seis e meio.
Pra você comparar: lá no Sul do país, fica em torno de quatro.
A gente está perto da linha do Equador. Sol forte, constante, o ano inteiro, sem aquele inverno longo e nublado.
A mesma placa, instalada aqui, trabalha mais o ano todo do que na maior parte do Brasil.
E olha: isso aqui não é promessa de futuro. Já está acontecendo.
O Rio Grande do Norte já passou de um gigawatt em energia solar nos telhados. São mais de cem mil casas e empresas gerando a própria energia. Em todos os 167 municípios do estado.
E a maior parte disso, mais de 80%, é casa de família. Não é só empresa grande.
O RN é um dos estados que mais geram energia limpa no país inteiro.
Quando você instala aqui, você não está apostando em algo novo. Está entrando num movimento que já é realidade.
Agora junta esse sol todo com a conta de luz.
A energia aqui não é a mais barata, e sobe quase todo ano. Em abril, a Aneel aprovou mais um reajuste pro RN.
E isso se repete ano após ano, há muito tempo subindo acima da inflação.
Então pensa na cena. O melhor sol do país, de graça, parado em cima do seu telhado. E embaixo, uma conta de luz que só aumenta.
É energia sobrando lá em cima e dinheiro saindo aqui embaixo.
Aí vem a pergunta: se é tão bom, por que nem todo mundo tem?
Três motivos. Medo, depois da confusão das cobranças da Cosern no ano passado. Falta de informação clara, sem ninguém pra explicar direito. E gente que instalou com a empresa errada e se queimou.
Nenhum desses motivos é sobre o sol. São sobre informação e sobre escolha.
E é exatamente isso que eu estou resolvendo aqui no canal, um vídeo de cada vez.
olhar pra câmera
Resumindo. Quem mora no Rio Grande do Norte está numa das melhores posições do Brasil pra gerar a própria energia.
Sol de sobra. Um movimento que já é realidade. E uma conta que não para de subir.
Falta só fazer a conta certa, pra sua casa, com quem entende daqui.
Se inscreve que toda semana eu explico um pedaço desse mercado, sem enrolação. E se quiser ver como fica na sua casa, o link está aqui embaixo.
"O melhor sol do país, de graça, parado em cima do seu telhado."
Vou te falar uma coisa que parece estranho vindo de quem trabalha com isso.
A placa solar é quase a mesma em todo lugar. As marcas boas são poucas, e quase toda empresa séria usa as mesmas.
Então para de comparar empresa por placa. O que muda o resultado é outra coisa.
Deixa eu explicar. O mercado de energia solar cresceu muito rápido. Hoje qualquer um compra placa e inversor.
O equipamento virou commodity, igual comprar areia ou cimento.
Por isso quando você pede orçamento em três lugares, a placa é parecida, o inversor é parecido.
O que diferencia uma empresa da outra não está na caixa. Está no que acontece antes e depois de instalar.
Antes da instalação tem a parte mais importante. A conta.
Dimensionar o sistema certo pro seu consumo real. Considerar o que você vai usar daqui pra frente, não só o que usou ano passado. Calcular o fio B na conta, pra não te dar uma surpresa depois.
Isso não aparece no orçamento. Mas é o que decide se a sua conta vai cair de verdade ou não.
E tem o depois. Energia solar é um sistema que vai ficar no seu telhado por uns 25 anos. Em algum momento vai precisar de acompanhamento.
A diferença entre as empresas aparece aí. Tem empresa que entrega e some. E tem empresa que continua do seu lado depois que o dinheiro já entrou.
Essa segunda é rara. E é a que você quer.
Então como você identifica isso na hora de escolher?
Pergunta como é o pós-venda. Em detalhe. Quem te atende se der problema. Em quanto tempo. Pede pra ver a conta de dimensionamento, não só o preço final.
Pergunta há quanto tempo a empresa existe. E se ela tem time próprio ou terceiriza tudo.
Empresa boa responde tudo isso sem hesitar. Empresa que só quer vender placa muda de assunto.
olhar pra câmera
Resumindo. A placa é igual em todo lugar. O que você está comprando de verdade é a conta bem feita e o suporte depois.
É exatamente assim que a gente trabalha aqui na LIV, no Rio Grande do Norte. A placa a gente compra das mesmas marcas boas que todo mundo. O que muda é a conta certa antes e o time que continua com você depois.
Se quiser entender como funciona o nosso processo, o link tá aqui embaixo. E se inscreve pra continuar entendendo esse mercado com clareza.
"A placa é igual em todo lugar. O que você compra é a conta certa e o suporte depois."